Nasce a “Associação Neo TV”, a partir da união de 12 operadoras de TV por assinatura regionais e independentes, a fim de viabilizar a compra de programação por “operadores independentes”, ou seja, empresas que não eram consideradas ainda “grandes players”. A fundação da entidade acontece em um momento no qual ocorre a consolidação da TV por assinatura no Brasil por licitações e concessões.
A então “Associação Neo TV” atua na renegociação do dólar junto aos programadores de canais, pois a moeda atingia níveis proibitivos. Esses são os primeiros passos da organização pela sustentabilidade dos negócios de seus associados.
Associação Neo TV abre processo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para a quebra da exclusividade na distribuição de conteúdo relevante pela Globosat. A decisão permitiu que operadoras menores pudessem ter uma maior variedade de ofertas de canais. Ao mesmo tempo, iniciam-se as primeiras transmissões de TV digital e acontece o leilão das faixas de frequências para uso do 3G no Brasil.
Participação ativa nas discussões do PL29 (depois PL116) que levaram à criação da Lei 12.485/2011, conhecida como Lei do SeAC.
Ao longo dos anos, os operadores de TV por assinatura começam a oferecer também o serviço de internet banda larga. Com a promulgação da Lei do SeAC (Serviço de Acesso Condicionado) em 2011, que regulamenta a distribuição de conteúdo audiovisual, provedores de internet passam a incluir o serviço de TV por assinatura em suas ofertas. Nesse contexto, a entidade consolida novo formato associativo com novas categorias de associados.
A Associação NEO é responsável pela gestão dos contratos e consolidação dos relatórios, garantindo assim os melhores benefícios e serviços para as PPPs.
A Associação NEO passa a integrar o Comitê de Prestadoras de Pequeno Porte (CPPP) com a finalidade de assessorar e subsidiar o Conselho Diretor da Anatel em matérias relativas aos interesses das prestadoras de pequeno porte dos serviços de telecomunicações, podendo, inclusive, propor ao Conselho Diretor da Anatel aprimoramentos na regulamentação setorial e medidas de estímulo à prestação de serviço pelas prestadoras de pequeno porte.
A entidade também liderou uma ação inédita com as principais associações do setor para defender as assimetrias regulatórias e competitividade nas telecomunicações. A ação incluiu parecer assinado pelo jurista Floriano de Azevedo Marques Neto, Doutor em Direito Público e do Estado, além de livre-docente em Direito Administrativo pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.
A Associação NEO enfrentou desafios regulatórios e institucionais importantes, atuando em várias frentes para defender os interesses das empresas associadas, tais como a revisão do PGMC, onde contribuímos para a manutenção do conceito de PPPs, a apresentação de um estudo inédito que evidenciou a subnotificação de acessos na banda larga fixa, trazendo visibilidade ao problema e destacando seu impacto para empresas regulares, a participação ativa no debate sobre postes, entre outros temas que demonstram o protagonismo da Associação NEO na defesa do setor, na busca por um ambiente regulatório justo e na promoção da inclusão digital no Brasil.
Também destacamos nossa presença nos principais eventos setoriais do ano, tais como MWC, Futurecom e o Evento NEO, realizado em Salvador.
Compartilhando soluções, redesenhando o futuro.
Com uma equipe profissionalizada, a NEO presta total apoio a todos os seus Associados.
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